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Antes de tudo, um “pensar institucional”.

Tal desafio coloca-se para além do terreno da semântica, situando-se em um “locus” mais filosófico. A questão: – quais atributos podem fazer de uma organização, este ente imperfeito, formado por imperfeitos homens, uma instituição?

Mais: – como conseguir que uma organização humana encontre-se no mesmo patamar das “genuínas” instituições; tanto as platônicas, como a Filantropia, a Justiça, a República; quanto as seculares, tais como a Academia, o Direito, o Estado?

Trata-se de elevar o conceito de uma organização a um patamar tão alto que dela não se duvide; que dela não se espere nunca o desamparo de um empregado, ou de um cliente; que dela não nos venha notícia de sonegação de impostos ou de informação; e que não se entregue a práticas desleais ou à propaganda enganosa…

Manoel Marcondes Machado Neto, relações-públicas e professor.

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